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Desabafar ou não desabafar? Afinal, há uma terceira hipótese!!


Há momentos em que podemos sentir-nos engolidos pelos acontecimentos e as emoções pouco agradáveis empilham-se.😕

Se falamos delas, crescem. 🙊

Desabafar ajuda? Sim. Mas é um presente envenenado. Cada vez que relatamos uma situação dolorosa ou desagradável, reeditamos (e enriquecemos!) essa memória. Juntamos-lhe mais nitidez, mais acutilância.

Por um lado, o peito fica mais leve com o desabafo. Mas logo de seguida pesa ainda mais porque acrescentamos-lhes riqueza de pormenores e densidade emocional que vão corroer-nos a uma maior velocidade.

Se não falamos delas, crescem. 🙊

Ignorar o elefante 🐘na sala não fará com que ele desapareça: vai partir a loiça toda da cristaleira até conseguir reter a vossa atenção.

Uma (de muitas!) possíveis soluções e, de longe, a minha favorita: tomar conhecimento das emoções e catalogá-las (de forma simplificada):

💡 Estou a sentir-me […]…

💡 Sinto-me assim porque […]…

Sabem o que estarão a fazer? Estão a pensar sobre as vossas emoções: a devolver o comando do vosso cérebro à vossa “componente pensante”! A pôr ordem na casa!

E voltam, gradualmente, a conseguir pensar com maior clareza e lucidez!

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