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Fight Smart


Sim. Você é um lutador.

Não foge do campo de batalha. Cerra os dentes e avança sobre o inimigo como um animal feroz. Independentemente de que inimigo se trate: uma pessoa, um grupo, uma situação, etc.

Mas, ainda assim, não está a obter os resultados que pretende, pois não?

E porquê? Aposto que já refletiu sobre a pergunta de 1 milhão de dólares… Porquê? Sei que coloquei esta questão a mim mesma durante bastante tempo…

Você é inteligente e arrojado, cheio de vitalidade e energia, um lutador intrépido de uma resiliência invulgar. Mas não está a chegar lá, pois não? E aquela irritante pergunta que insiste em não o largar: “Porquê??”.

Permita -me um palpite…

… Provavelmente não está a aplicar corretamente a sua energia. Não estará, certamente, a fazê-lo com o critério e direção necessários.

Pode ser forte e corajoso mas se não tiver um plano de ação estará simplesmente a desperdiçar a sua energia, disparando em todas as direções até se sentir completamente esgotado. Tal como eu fiz também…

Lutar apenas não chega. Terá que lutar de forma inteligente e direcionada.

Aplicar a sua energia de forma cirurgicamente eficaz, ao serviço dos seus objetivos.  Afinal, a História está repleta de vitórias de pequenos e astutos exércitos sobre massivas forças bélicas fracas em estratégia e inteligência. Fight Smart!

A ação focada e articulada terá sempre muito mais alcance e poder do que qualquer ação aleatória (eventualmente mascarada de proatividade…) mas que servirá apenas para desperdiçar a sua energia.

Por isso… Pare de disparar em todas as direções como um diabo da tasmânia.

Só vai conseguir criar tornados que o tragarão sem lhe dar qualquer hipótese.

Fight Smart! Lute de forma planeada, rigorosa e alinhada com as suas metas. Seja cirúrgico nas suas ações. Pare e defina exatamente o que tem que fazer, como e quando. Planeie detalhadamente. Mas seja ágil! Caso contrário passará a sua vida a planear sem nunca passar à ação. Nessa altura, passe, então, à ação e… Seja imparável. Inabalável. Incansável.

E garanto-lhe que aquele irritante “Porquê??” deixará de o perseguir!