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Neurocoaching: 4 dicas para não ficar “burro” em momentos de stress!


Sabia que quando nos sentimos em perigo ficamos mais “burros”?

Pedindo perdão pela expressão coloquial e um pouco forte, esta é mesmo a melhor forma de descrever a situação!

A competitividade do estilo “matar ou morrer” nas equipas ou mesmo entre equipas da mesma empresa despoleta mecanismos ancestrais, enraizados nas zonas mais antigas do nosso cérebro, que são por isso dominantes e ao nível do inconsciente – difíceis de “domar” sem a ajuda do seu neurocoach!

Existe um sensor de perigo no seu cérebro que varre constantemente o ambiente envolvente com o objetivo de detetar potenciais ameaças  (este sensor chama-se amígdala). Quando isso acontece, bloqueia o acesso à zona mais “recente ” do cérebro responsável pelas funções mentais complexas  (o cortex frontal).

Objetivo?  Run for your life! Não é para pensar, é para correr ou para lutar pela vida!

Resultado: ficamos privados dos nossos recursos mentais e cognitivos, cruciais para tomada de decisão estratégica e liderança assertiva!

Problema: uma reunião problemática, mau ambiente com os colegas, perspetiva de confronto com o chefe ou problemas com aquele projeto que lhe daria o seu prémio trimestral despoletam a mesma resposta do cérebro: para si são perigos e bem reais!

Conclusão: “Pés pelas mãos” e más decisões justamente quando precisava de estar mais centrado.

O mais importante é ter consciência e conhecimento sobre estes processos cerebrais para poder agir e não estar simplesmente à mercê da sua atividade cerebral!

Vamos a 4 dicas para o ajudar a dar a volta à situação:


Respire!
Lenta e profundamente. Ativará o seu sistema nervoso parassimpático, responsável por acalmar os ânimos e restabelecer o corpo após uma situação de emergência.

Identifique as suas emoções: falando ou escrevendo sobre elas. Focará a sua atenção consciente sobre elas, ajudando o seu cérebro a processá-las. Desta forma, reduzirá também intensidade e volume da gritaria da sua amígdala!

Redirecione a sua atenção:  foque-se no momento presente. A respiração lenta e profunda da primeira dica ajuda-lo-à nisso também. Esteja aqui e agora, em vez de navegar num mar de preocupações que aumentam com a atenção que lhes é dedicada.

Desassocie-se dos seus pensamentos: os seus pensamentos são apenas atividade cerebral. Não se identifique. Você não é os seus pensamentos. Da mesma maneira que tem pernas mas não é as suas pernas.  Assuma o papel de observador das suas emoções e pensamentos. Tomará, assim, as rédeas das suas respostas emocionais aos estímulos externos.

PS.: Cada vez mais apaixonada por neurocoaching!

 

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